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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Apocalipse Capitulo 1- A Fúria Divina

Olá galera, o moé?! voltou!
Eu tinha parado por tempo só que agora eu voltei com novas idéias e uma delas é de semana em semana postar um capitulo dessa história para vocês. Sem perder o foco claro, mas já era algo que eu queria fazer a algum tempo então resolvi postar então para todos que gostam desse tipo de leitura espero que acompanhem e se divirtam.


22 de Dezembro de 1999 Altville.

Um dia normal como todos os outros na pequena cidade de Altville, poucas pessoas, local tranquilo ou resumindo um ótimo lugar para viver
as pessoas são simples, não procuram cuidar dos problemas alheios cada um vive sua vida na calma cidade.
São poucos os problemas aqui em Altiville, como qualquer outro lugar aqui não é diferente porém são poucos os probleminhas que acontecem aqui.
 Agora que vocês conheceram um pouco sobre Altville, vou lhes contar como foi o dia que tinha tudo pra ser perfeito.
 Bem, estávamos todos nos preparando para sair no domingo cedo para o acampamento de férias do papai, todos estavam felizes por
irem passar o fim de semana juntos.
 Há! , que indelicadeza apesar dos maus tempos não posso ter a ignorância de pelo menos não me apresentar, pois bem, meu nome é
Richard Benson, tenho 17 anos estou em minha fase mais agitada descobrindo o que o mundo tem a oferecer, tenho duas irmãs Carol e Alice
e moro com meus pais Anny e Steven e meu tio Been. Bem estávamos onde?
Sim me recordei!
Tudo estava pronto, as malas, as bonecas das meninas até o  meu cãozinho Snoopy estava pronto para irmos até a ilha que ficava a uns 50 km de Altville.
Partimos e tivemos uma boa viagem e chegamos ainda cedo na ilha que estava no horário calmo, eramos os primeiros naquela manhã de domingo,
 logo começamos a fazer as barracas e o almoço, o dia estava realmente maravilhoso tudo como planejamos e a noite já estava caindo acendemos a
fogueira e ficamos batendo papo, tocando violão e claro as meninas se divertiam com as bonecas. Tudo estava ótimo se não fosse por...

 -Querida!
 -O meu Deus!
 -O que está acontecendo?

Encontraram Snoopy morto da pior maneira possível, pensamos que foi um animal selvagem, mas tio Been dizia que não havia como ser
pois todos animais selvagens presentes na ilha não ficavam naquele local dos turistas, tio Been afirmava ser um tipo de caçador
quando vi fiquei chocado, afinal era meu melhor amigo, estávamos juntos a muito tempo. Os cães não falam mais são os únicos que sempre nos escutam.
 Silêncio e tristeza no local o dia que parecia correr bem estava prestes a se tornar um tremendo inferno!
As meninas estavam assustadas tio Been tentava confortá-las de todas as formas, eu já não sabia o que fazer já estava tarde e não havia o que fazer
ficamos no acampamento e todos estavam exaustos e bem tristes com o acontecimento.
 Meia noite no relógio e eu estava ali sem conseguir pregar um olho se quer depois de tudo, quando as coisas se acalmaram e parecia
tudo normal novamente ouvi um grito bem alto e quando sai da cabana e dei alguns passos até as pessoas que estavam amontoadas e,
mais uma morte, só que dessa vez não era um cão e sim uma garota pequena uns 12 anos de idade cabelos loiros, vestido colorido e magra
a mãe chorava e gritava e o pai não sabia o que fazer era um surto total, os guardas começaram uma busca pela ilha quando de repente outro grito logo a frente
todos se apavoraram e logo local estava um caus total as pessoas corriam e gritavam ao mesmo tempo, meu pai me puxou pela camisa
e me arrastou até a cabana e foi logo dizendo:

 -Ajude-nos com as coisas vamos embora!

 E claro obedeci e quando partimos  nos deparamos com um homem de roupa suja, pouco cabelo, sangue nas roupas sobre uma mulher mordendo-a como se fosse um canibal louco por carne humana, tio Been pegou a madeira do chão e acertou em cheio aquele homem. Tio Been logo viu a moça já desacordada, e disse ofegante:

 -Está quente, parece uma febre muito alta, precisamos de um médico!

 A mulher abriu os olhos com uma coloração diferente e mordeu tio Been...
 Empurrei a mulher e tio Been se levantou e gritou corram, corram agora! Olhei para trás e mais uma mordida na cabeça do tio Been, papai ia voltar
mais a mamãe o segurou e disse temos que sair daqui!
 Dito e feito corremos como nunca corremos antes, chegamos até o carro e dois rapazes nos abordaram pedindo a chave do carro, eu não
sabia o que fazer no meio daquele caus todo ainda ter de lhe dar com bandidos.

-Apenas dê a chave amigo!
-Não posso acabo de ver meu irmão sendo destroçado por uma mulher e ainda vimos uma garotinha morta, nos deixe ir!
- Minhas filhas estão assustadas, nos deixe ir por favor!
-Também perdemos pessoas, então não venha com essa e nos dê essa chave agora!

Eu logo me exaltei e parti pra cima de um deles, tomei um soco no estômago e um chute que me derrubou. Papai foi segurado por um
 deles enquanto isso o outro vasculhava os bolços e pegou as chaves do carro, os dois saíram com o carro.
 Derre pente um grupo daqueles monstros veio em nossa direção e...
  Deveria pular esta parte pois nesta hora minha vida já não fazia sentido e achava que o correto era morrer ali, afinal já vivi o bastante
para ver como o mundo é ruim, na verdade como o Homem faz do mundo um lugar ruim. Mas as histórias alegres ou tristes devem ser contadas
então...

-Mãe!...
-não...Papai!

Carol e Alice foram devoradas assim como papai e mamãe foram, tive que correr e correr me fazia sentir um covarde vendo todos sendo mortos.
O pior foi ouvir as palavras do papai antes de ser morto.

-Corra Richard! Corra.

 Realmente foi o dia mais terrível de toda minha vida, e vou conta-lá a vocês detalhe por detalhe, dor por dor, lágrima por lágrima e morte por
morte!

Subi o barranco que tinha um pouco afrente e olhando para baixo vi mamãe e papai andando novamente e gritava como um louco:
-Mamãe! estou aqui!
-Papai estou aqui! Aqui em cima.

Não respondiam apenas andavam, e mordiam qualquer um que estivesse em seu caminho, viraram mortos vivos, seres que vagam
sem lembranças com o instinto de comer e comer toda carne humana que poder.Vendo tudo aquilo me fazia o pior ser humano do mundo
me recordava dos bons momentos, perguntava a Deus se fiz algo de ruim para que tudo isso acontecesse e estava ao mesmo tempo
apavorada sem saber pra onde ir. Um grupo dessas coisas veio em minha direção e fiz o que mais aprendi naquele dia: correr.
 Depois de correr muito eu caminhei nas estradas a caminho de Altiville a espera que a praga não tivesse chegado na cidade...

                      "Foi dito que o mundo iria acabar, só não foi explicado a maneira como acabaria..."